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	<title>Sustentabilidade - CPTEn</title>
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	<description>Centro Paulista de Estudos da Transição Energética</description>
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	<title>Sustentabilidade - CPTEn</title>
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		<title>Sustentabilidade é o centro do projeto de futuro da Universidade, diz reitor ao lançar nova diretoria</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 12:47:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A meta é fazer da Unicamp uma referência nesta área na América Latina Reportagem publicada no Portal UnicampTexto: Tote NunesFotos: Lúcio CamargoEdição de imagem: Paulo Cavalheri O reitor Paulo Cesar Montagner disse nesta segunda-feira (2), ao lançar a nova Diretoria Executiva de Sustentabilidade (DExS), que esse tema está no centro do projeto de futuro da [&#8230;]</p>
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<p><em><strong>A meta é fazer da Unicamp uma referência nesta área na América Latina</strong></em></p>
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		<title>Projeto na Amazônia une ciência moderna e saberes tradicionais</title>
		<link>https://cpten.unicamp.br/projeto-na-amazonia-une-ciencia-moderna-e-saberes-tradicionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CPTEn]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 17:24:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Programa leva tecnologia da energia solar para comunidades indígenas em São Gabriel da Cachoeira e será apresentado na COP30 Seis anos depois da realização do primeiro vestibular indígena, a Unicamp dá um  importante passo para implementação do “Projeto Sollar Rio Negro” – um plano idealizado por indígenas pretende levar energia fotovoltaica para comunidades da região [&#8230;]</p>
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<p><em>Programa leva tecnologia da energia solar para comunidades indígenas em São Gabriel da Cachoeira e será apresentado na COP30</em></p>
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<p></p></div></div></div></div></div></section></div> <a href="https://cpten.unicamp.br/projeto-na-amazonia-une-ciencia-moderna-e-saberes-tradicionais/#more-11508" class="more-link elementor-more-link" data-wpel-link="internal"><span aria-label="Continue lendo Projeto na Amazônia une ciência moderna e saberes tradicionais">(mais&hellip;)</span></a><p>The post <a href="https://cpten.unicamp.br/projeto-na-amazonia-une-ciencia-moderna-e-saberes-tradicionais/" data-wpel-link="internal">Projeto na Amazônia une ciência moderna e saberes tradicionais</a> first appeared on <a href="https://cpten.unicamp.br" data-wpel-link="internal">CPTEn</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A experiência das universidades como laboratórios de soluções sustentáveis foi destaque na COP30</title>
		<link>https://cpten.unicamp.br/a-experiencia-das-universidades-como-laboratorios-de-solucoes-sustentaveis-foi-destaque-na-cop30/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CPTEn]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 18:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CPTEn na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Livro traz um capítulo sobre os corredores ecológicos desenvolvido pela Unicamp em parceria com Seclimas Reportagem publicada no Jornal da UnicampTexto: Patrícia Mariuzzo (enviada especial à COP30)Fotos: Divulgação COP30Edição de imagens: Paulo Cavalheri Um dos objetivos da COP30 é compartilhar experiências e tecnologias que nos aproximem do cumprimento dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da [&#8230;]</p>
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<p><em>Livro traz um capítulo sobre os corredores ecológicos desenvolvido pela Unicamp em parceria com Seclimas</em></p>
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		<item>
		<title>COP30: Estande do programa AmazonFACE pode ser visitado na Área Azul</title>
		<link>https://cpten.unicamp.br/cop30-estande-do-programa-amazonface-pode-ser-visitado-na-area-azul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CPTEn]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 12:32:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com programação própria, projeto será apresentado com exposições, vídeos imersivos, palestras e mesas-redonda Reportagem publicada no Jornal da UnicampTexto: Helena TallmannEdição de imagem: Paulo Cavalheri Coordenado por pesquisadores da Unicamp, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e do Met Office (Instituto Meteorológico do Reino Unido), o&#160;programa AmazonFACE&#160;conta com estande e programação próprios na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com programação própria, projeto será apresentado com exposições, vídeos imersivos, palestras e mesas-redonda</em></p>



<p><span id="more-11479"></span></p>



<p><a href="https://unicamp.br/noticias/2025/11/11/cop30-estande-da-amazonface-pode-ser-visitado-na-area-azul/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer"><strong>Reportagem publicada no Jornal da Unicamp</strong></a><br><strong>Texto: Helena Tallmann</strong><br><strong>Edição de imagem: Paulo Cavalheri</strong></p>



<p>Coordenado por pesquisadores da Unicamp, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e do Met Office (Instituto Meteorológico do Reino Unido), o&nbsp;<a href="https://amazonface.cpa.unicamp.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">programa AmazonFACE</a>&nbsp;conta com estande e programação próprios na COP30 com exposições, vídeos imersivos, palestras e mesas-redonda. Trata-se de um projeto inédito para avaliar os efeitos de uma atmosfera com maior concentração de gás carbônico (CO₂) – que é o cenário previsto – para o ecossistema da floresta amazônica.</p>



<p>“A Amazônia não é apenas uma parte essencial do sistema climático global — é um laboratório vivo para compreender o futuro do nosso planeta. O AmazonFACE traz a ciência para o centro dessa missão.”, destaca o coordenador científico do projeto, o pesquisador do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri) da Unicamp, David Lapola.</p>



<p>As florestas tropicais, e a Amazônia em especial, atuam como “sumidouros de carbono”, ou seja, absorvem mais do que emitem carbono na atmosfera. Essa propriedade pode sofrer alterações devido às mudanças climáticas, com um clima mais seco e com a redução drástica de chuvas. Nesse sentido, o conhecimento gerado pelo projeto avaliará a resiliência da floresta e orientará políticas de mitigação e adaptação climáticas para a região, considerando também seus habitantes.</p>



<p>Na COP30, o estande do AmazonFACE se localiza na Área Azul. O projeto promoverá exposições permanentes com fotos, maquete e vídeo no estande (de 10 a 15/11) e no Pavilhão do Reino Unido (10 a 21/11) e participará de discussões em diversos espaços da COP30 e em eventos paralelos: Parque da Residência (12/11), Pavilhão das Universidades (13 e 17/11), Pavilhão do Reino Unido (13/11), Evento paralelo (15/11), Pavilhão da Ciência Planetária (15/11), Universidade Federal Rural da Amazônia (17/11) e Casa da Ciência (19/11).</p>



<p>O experimento, localizado em uma estação de pesquisa do INPA a 80km de Manaus, abrange seis anéis com 16 torres cada. Nesse círculo formado pelas torres – que têm 35 metros de altura (ultrapassando a copa das árvores) e 30 metros diâmetro –, há uma grande biodiversidade. Em três desses anéis, ocorrerá a injeção de ar enriquecido com cerca de 50% a mais de gás carbônico do que temos na atmosfera atual. Os outros três servirão como controle para comparação.</p>



<p><p><strong>Saiba mais sobre o AmazonFACE:</strong></p></p>



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</div></figure>



<p><p><strong>Confira o programa Direto na Fonte com o pesquisador David Lapola</strong></p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Floresta sob pressão" width="780" height="439" src="https://www.youtube.com/embed/m7w4_t1C224?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://cpten.unicamp.br/cop30-estande-do-programa-amazonface-pode-ser-visitado-na-area-azul/" data-wpel-link="internal">COP30: Estande do programa AmazonFACE pode ser visitado na Área Azul</a> first appeared on <a href="https://cpten.unicamp.br" data-wpel-link="internal">CPTEn</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quadrilema energético: a nova equação que o Brasil tem que resolver para uma transição energética mais justa</title>
		<link>https://cpten.unicamp.br/quadrilema-energetico-a-nova-equacao-que-o-brasil-tem-que-resolver-para-uma-transicao-energetica-mais-justa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CPTEn]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 13:07:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CPTEn na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo publicado no The Conversation Brasil Autora: Lira Luz Benites Lazaro &#8211; pesquisadora do CPTEn A era do petróleo consolidou um modelo energético centralizado, baseado em grandes infraestruturas, cadeias globais de combustíveis fósseis e uma governança verticalizada. Esse sistema, ainda que eficiente em escala, moldou economias inteiras e consolidou estruturas de poder profundamente dependentes do petróleo. Este [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cpten.unicamp.br/quadrilema-energetico-a-nova-equacao-que-o-brasil-tem-que-resolver-para-uma-transicao-energetica-mais-justa/" data-wpel-link="internal">Quadrilema energético: a nova equação que o Brasil tem que resolver para uma transição energética mais justa</a> first appeared on <a href="https://cpten.unicamp.br" data-wpel-link="internal">CPTEn</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="11454" class="elementor elementor-11454">
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<p><a href="https://theconversation.com/quadrilema-energetico-a-nova-equacao-que-o-brasil-tem-que-resolver-para-uma-transicao-energetica-mais-justa-267291" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer"><strong><em>Artigo publicado no The Conversation Brasil</em></strong></a></p>
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<p></p></div></div></div></div></div></section></div> <a href="https://cpten.unicamp.br/quadrilema-energetico-a-nova-equacao-que-o-brasil-tem-que-resolver-para-uma-transicao-energetica-mais-justa/#more-11454" class="more-link elementor-more-link" data-wpel-link="internal"><span aria-label="Continue lendo Quadrilema energético: a nova equação que o Brasil tem que resolver para uma transição energética mais justa">(mais&hellip;)</span></a><p>The post <a href="https://cpten.unicamp.br/quadrilema-energetico-a-nova-equacao-que-o-brasil-tem-que-resolver-para-uma-transicao-energetica-mais-justa/" data-wpel-link="internal">Quadrilema energético: a nova equação que o Brasil tem que resolver para uma transição energética mais justa</a> first appeared on <a href="https://cpten.unicamp.br" data-wpel-link="internal">CPTEn</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto Sollar Rio Negro inaugura Centro de Aprendizagem Indígena em São Gabriel da Cachoeira</title>
		<link>https://cpten.unicamp.br/projeto-sollar-rio-negro-inaugura-centro-de-aprendizagem-indigena-em-sao-gabriel-da-cachoeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CPTEn]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 13:20:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa de estudantes indígenas da Unicamp busca a transição energética justa na Amazônia Representantes do Centro Paulista de Estudos da Transição Energética (CPTEn) e do Escritório Campus Sustentável da Unicamp estiveram na última semana em São Gabriel da Cachoeira (AM), para uma capacitação voltada a 40 indígenas de comunidades atendidas pelo projeto “Sollar Rio Negro”, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cpten.unicamp.br/projeto-sollar-rio-negro-inaugura-centro-de-aprendizagem-indigena-em-sao-gabriel-da-cachoeira/" data-wpel-link="internal">Projeto Sollar Rio Negro inaugura Centro de Aprendizagem Indígena em São Gabriel da Cachoeira</a> first appeared on <a href="https://cpten.unicamp.br" data-wpel-link="internal">CPTEn</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Iniciativa de estudantes indígenas da Unicamp busca a transição energética justa na Amazônia</em></strong></p>



<p><span id="more-11406"></span></p>



<figure><img decoding="async" src="https://cpten.unicamp.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-20.29.20-1024x768.jpeg" alt="" />
<figcaption>Projeto foi desenvolvido em São Gabriel da Cachoeira (AM)<br /><br /></figcaption>
</figure>



<p>Representantes do Centro Paulista de Estudos da Transição Energética (CPTEn) e do Escritório Campus Sustentável da Unicamp estiveram na última semana em São Gabriel da Cachoeira (AM), para uma capacitação voltada a 40 indígenas de comunidades atendidas pelo projeto “Sollar Rio Negro”, no recém-inaugurado Centro de Aprendizagem Indígena para a Transição Energética Justa. A conclusão da formação foi celebrada com uma cerimônia de formatura da primeira turma, realizada em 3 de outubro.</p>



<p>Participaram da cerimônia Luiz Carlos Pereira da Silva, diretor do CPTEn; Danúsia Ferreira Arantes, pesquisadora de pós-doutorado; Francisca Dulcineia Gomes, mestranda da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (Feec); os estudantes indígenas da Unicamp Arlindo Baré (Feec), Nalbert Barreto (Instituto de Filosofia e Ciências Humanas &#8211; IFCH), Amanda Kumaruara (Faculdade de Ciências Aplicadas &#8211; FCA); e Gabriel Henrique Vieira Santos, egresso do curso Solar Fotovoltaico (Laboratório de Energia e Sistemas Fotovoltaicos &#8211; LESF/Feec).</p>



<figure><img decoding="async" src="https://cpten.unicamp.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-20.29.22-729x1024.jpeg" alt="" />
<figcaption>Danúsia Arantes e Luiz Carlos Silva durante formatura de estudantes do curso<br /><br /></figcaption>
</figure>



<p>Com o propósito de capacitar pessoas para atuar na implementação e manutenção de sistemas fotovoltaicos, o objetivo do Centro de Aprendizagem Indígena é promover a formação de indígenas que possam atuar como multiplicadores em suas comunidades, com foco na geração de energias renováveis. Neste primeiro momento, o destaque é para a fonte solar fotovoltaica das áreas remotas, auxiliando na transição energética justa no território do Rio Negro, área que não é atendida pelo Sistema Integrado Nacional (SIN). Por conta disso, as comunidades são dependentes de geradores a base de combustíveis fósseis, como o diesel, que é caro e poluente, o que provoca aumento de gases do efeito estufa na atmosfera.</p>



<p>A iniciativa de conceber e implementar o Centro de Aprendizagem Indígena no Rio Negro é um dos objetivos do projeto Sollar Rio Negro, Iniciação Científica (IC) de Arlindo Baré, estudo que foi iniciado na Disciplina “Grandes Temas da Atualidade: Direitos Humanos, Tecnologia e Sustentabilidade”. A proposta se desdobrou na linha de estudo e pesquisa “Ciência indígena e justiça climática: transição energética justa nos Biomas”, credenciado como projeto da Bolsa de Assistência Social (BAS) da Unicamp, que integra doze estudantes indígenas de cinco etnias e está inserida no eixo V do CPTEn – Educação, formação e capacitação para a sustentabilidade socioambiental, sob a coordenação da pesquisadora Danúsia Arantes.</p>



<p>Outros pesquisadores do CPTEn também integram o projeto. São eles: João Ito Cypriano (doutorando Feec); Ana Beatriz Barbosa (graduanda e bolsista de iniciação científica) e Florian Moreau (estudante de Engenharia Energética do Institut Mines-Telécon, da França, em intercâmbio na Unicamp). Eles realizaram um trabalho de campo na comunidade de São Gabriel Mirim em julho de 2025, que incluiu estudo exploratório sobre as necessidades energéticas das 12 famílias residentes na comunidade para mapear as principais demandas de geração e uso de energias renováveis e estimar o consumo médio das famílias e as áreas onde são realizadas as atividades comunitárias.</p>



<figure><img decoding="async" src="https://cpten.unicamp.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-20.29.24-1024x572.jpeg" alt="" />
<figcaption>Desenvolvimento do projeto envolveu diversos pesquisadores do CPTEn<br /><br /></figcaption>
</figure>



<p><strong>Perspectivas futuras</strong></p>



<p>Essa etapa da formação continuada foi organizada e desenvolvida em parceria com a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) e suas cinco coordenadorias na extensão do Território que integram 24 etnias que vivem no extremo noroeste do Brasil, no baixo, médio e alto Rio Negro. Devido à proximidade com as fronteiras da Colômbia e da Venezuela, a área é considerada estratégica para a segurança nacional, com inúmeros desafios logísticos. Apesar de ser possível chegar de avião a partir de Manaus, a maioria dos equipamentos e materiais demandados para o trabalho de campo precisaram ser transportados pelos cerca de 850 km em embarcações, que levaram em média três dias de viagem.</p>



<p>Conhecida como “Cabeça do Cachorro”, São Gabriel da Cachoeira destaca-se por ser o terceiro maior município brasileiro em extensão territorial. Mais notável ainda é sua riqueza sociocultural: o município possui a maior porcentagem de população indígena do país, representando 24 povos e com quatro línguas cooficiais além do português: Nheengatu, Tucano, Baniwa e o Yanomami. Além de sua importância cultural, o município é uma das áreas mais conservadas e protegidas do bioma amazônico, o que se deve, em grande parte, a sua localização em um mosaico de Terras Indígenas. Apesar disso, o problema de acesso à energia elétrica ainda é o principal empecilho para o desenvolvimento da região.</p>



<p>Neste contexto, o Projeto Sollar Rio Negro respeita a diversidade das culturas e dos conhecimentos tradicionais, aliado ao modelo participativo preconizado pelo Plano de Gestão Territorial (PGTA), e propõe desdobramentos para a concretização do plano de ação a ser desenvolvido pelo Centro de Aprendizagem Indígena em parceria com a FOIRN. Destacam-se os seguintes objetivos: desenvolver formação continuada para a maior quantidade possível de indígenas para atuar na montagem e manutenção de sistemas solar fotovoltaicos; formalizar a auditória energética no território para o real dimensionamento da demanda e do uso de energia da fonte solar fotovoltaica; fomentar coletivamente com os povos o currículo de aprendizagem embasado na comunidade para desenvolver formação técnica entre as comunidades indígenas em defesa do Bem Viver; fortalecer a infraestrutura comunitária e, dessa forma, contribuir para a melhoria da qualidade de vida na região dos estudos e pesquisas coletivas com a participação efetiva dos povos indígenas presentes no Território do Rio Negro.</p>



<figure><img decoding="async" src="https://cpten.unicamp.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-07-at-20.29.21-1-1024x768.jpeg" alt="" />
<figcaption>Parceria com a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) foi essencial para o projeto<br /><br /></figcaption>
</figure>



<p>Para o futuro, os pesquisadores esperam planejar e implementar o protótipo de uma microrrede elétrica inteligente ligada à comunidade e gerenciada pelas lideranças locais capacitadas. Dessa forma, os sistemas fotovoltaicos, interligados aos geradores existentes e ao armazenamento de energia poderão integrar os espaços comunitários e as residências, gerando mais resiliência e autonomia, buscando também a governança ambiental, com relação direta aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS) 7 &#8211; Energia Limpa e Acessível, 4 &#8211; Educação de Qualidade e 17 &#8211; Parcerias.</p>



<p>A realização do projeto contou com as seguintes parcerias no apoio estratégico e/ou financeiro: Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN); Coordenadoria das Associações Indígenas do Médio e Baixo Rio Negro (CAIMBRN); Instituto ANABB; Instituto Vidas da Amazônia; e as empresas Strong Power, Enerwatt, Livoltek, UCB Power, Custom Power, GHS Energia Solar, e NOVAE Consultoria e o Laboratório de Energia e Sistemas Fotovoltaicos (LESF) da Feec/Unicamp.</p>



<p><p><a href="https://www.youtube.com/live/v5L64QLqGRg?si=YLSVR2weInQtMyPd" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Confira a cerimônia de encerramento no canal da FIORN.</a></p>
<p>&nbsp;</p></p><p>The post <a href="https://cpten.unicamp.br/projeto-sollar-rio-negro-inaugura-centro-de-aprendizagem-indigena-em-sao-gabriel-da-cachoeira/" data-wpel-link="internal">Projeto Sollar Rio Negro inaugura Centro de Aprendizagem Indígena em São Gabriel da Cachoeira</a> first appeared on <a href="https://cpten.unicamp.br" data-wpel-link="internal">CPTEn</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Um raio-x da produção de alimentos no Brasil</title>
		<link>https://cpten.unicamp.br/um-raio-x-da-producao-de-alimentos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CPTEn]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 12:41:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CPTEn na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Banco de dados PHFoods Brazil permite análises sobre saúde e sobre impactos ambientais da agricultura Reportagem publicada no Jornal da UnicampAutoria: Felipe MateusFotos: Alex Calixto, Antoninho Perri e Antonio ScarpinettiEdição de imagem: Alex Calixto, Paulo Cavalheri e Luís Paulo Silva Garantir a segurança alimentar e nutricional é essencial para a saúde e um direito da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="11400" class="elementor elementor-11400">
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<p><em><strong>Banco de dados </strong></em><strong>PHFoods Brazil</strong><em><strong> permite análises sobre saúde e sobre impactos ambientais da agricultura</strong></em></p>
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<p></p></div></div></div></div></div></section></div> <a href="https://cpten.unicamp.br/um-raio-x-da-producao-de-alimentos-no-brasil/#more-11400" class="more-link elementor-more-link" data-wpel-link="internal"><span aria-label="Continue lendo Um raio-x da produção de alimentos no Brasil">(mais&hellip;)</span></a><p>The post <a href="https://cpten.unicamp.br/um-raio-x-da-producao-de-alimentos-no-brasil/" data-wpel-link="internal">Um raio-x da produção de alimentos no Brasil</a> first appeared on <a href="https://cpten.unicamp.br" data-wpel-link="internal">CPTEn</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Análise: Mais do que mudar fontes, transição energética exige redefinir nossa relação com os recursos naturais</title>
		<link>https://cpten.unicamp.br/analise-mais-do-que-mudar-fontes-transicao-energetica-exige-redefinir-nossa-relacao-com-os-recursos-naturais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CPTEn]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 13:09:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CPTEn na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo publicado no site The Conversation Brasil. Acesse aqui o original.  Gilberto M. Jannuzzi, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) A transição energética tem sido um componente importante do debate em torno de soluções para a crise climática, especialmente no que denominamos de “soluções de mitigação”. Historicamente, essa transição tem sido predominantemente percebida e praticada como [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cpten.unicamp.br/analise-mais-do-que-mudar-fontes-transicao-energetica-exige-redefinir-nossa-relacao-com-os-recursos-naturais/" data-wpel-link="internal">Análise: Mais do que mudar fontes, transição energética exige redefinir nossa relação com os recursos naturais</a> first appeared on <a href="https://cpten.unicamp.br" data-wpel-link="internal">CPTEn</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Artigo publicado no site The Conversation Brasil. <a href="https://theconversation.com/analise-mais-do-que-mudar-fontes-transicao-energetica-exige-redefinir-nossa-relacao-com-os-recursos-naturais-257609" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Acesse aqui o original. </a></strong></em></p>



<span id="more-11148"></span>



<h1></h1>


<p><a href="https://theconversation.com/profiles/gilberto-m-jannuzzi-2404725" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Gilberto M. Jannuzzi</a>, <em><a href="https://theconversation.com/institutions/universidade-estadual-de-campinas-unicamp-1638" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)</a></em></p>


<p>A <a href="https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/transicao-energetica-no-brasil/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">transição energética</a> tem sido um componente importante do debate em torno de soluções para a crise climática, especialmente no que denominamos de “soluções de mitigação”. Historicamente, essa transição tem sido predominantemente percebida e praticada como um movimento em direção a uma maior incorporação de fontes de energia renováveis na matriz energética de uma nação.</p>



<p>Essa visão, embora importante, representa apenas uma dimensão de um problema muito mais complexo e abrangente. A transição energética deve ser entendida como um conjunto amplo e interrelacionado de transformações, que não se limitam apenas à oferta de energia, mas se estendem profundamente aos diversos setores da demanda e à própria estrutura socioeconômica de um país ou região.</p>



<p>Não é apenas uma questão de onde e como produzimos nossa energia, mas também de como a consumimos, como a gerenciamos e, fundamentalmente, como reestruturamos nossas sociedades para serem mais eficientes e justas em seu uso energético, de modo que essas mudanças ocorram na velocidade e magnitude necessárias.</p>



<h2>Uma transição complexa e abrangente</h2>



<p>A <a href="https://www.epe.gov.br/pt/abcdenergia/eficiencia-energetica" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">eficiência energética</a> (especialmente no lado da demanda) deve fazer parte da transição energética, em sua busca por soluções necessárias para reduzir emissões de carbono e acomodar o potencial disponível de fontes renováveis a custos suportáveis.</p>



<p>As opções de <a href="https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/sirene/publicacoes/tna_brazil" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">tecnologias de mitigação de emissões</a> — que são muitas e bem conhecidas, como energia, solar, energia eólica, eletrificação de sistemas urbanos, infraestrutura verde urbana, gestão da demanda de energia — também fazem parte da transição energética.</p>



<p>E ainda temos o desenvolvimento e uso de <a href="https://www.gov.br/anp/pt-br/centrais-de-conteudo/apresentacoes-palestras/2023/arquivos/workshop-sag-18.12/energeo.pdf" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">sistemas de captura e armazenamento de carbono</a> (CCS, CCUS e BECCS), além da possibilidade interessante da produção e uso do hidrogênio como vetor energético, principalmente considerando sua produção a partir de fontes renováveis.</p>



<p>No entanto, existem ainda grandes desafios para acelerar a disseminação dessas tecnologias e práticas. Embora os <a href="https://eixos.com.br/energias-renovaveis/custo-global-de-renovaveis-deve-seguir-em-queda-em-2025-com-china-ampliando-lideranca-na-fabricacao/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">custos de muitas delas tenham decrescido significativamente nos últimos anos</a>, ainda persistem limitações tanto no campo regulatório (tanto técnico como econômico), como na infraestrutura física de distribuição, armazenagem e uso final desses energéticos.</p>



<h2>Segurança, sustentabilidade e acessibilidade</h2>



<p>A <a href="https://adaptabrasil.mcti.gov.br/detalhes-energia" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">segurança energética</a>, por exemplo, que antes se baseava na garantia de acesso ininterrupto a fontes de combustíveis fósseis, agora se redefine. A dependência excessiva de poucas fontes ou rotas de suprimento, seja de combustíveis fósseis ou de minerais críticos para tecnologias renováveis, pode gerar vulnerabilidades geopolíticas e econômicas.</p>



<p>A transição energética busca, portanto, diversificar a matriz, fortalecer as cadeias de suprimentos e, idealmente, promover a autossuficiência energética em nível local ou regional, reduzindo a exposição a choques externos. Isso implica investir em armazenamento de energia, em redes elétricas mais resilientes e em tecnologias que permitam uma gestão mais inteligente da demanda.</p>



<p>A <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Sustainability" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">sustentabilidade ambiental</a> é outro elemento central e intrínseco à transição energética atual. Embora a redução das emissões de gases de efeito estufa seja o objetivo primário, a sustentabilidade vai além. Envolve a minimização do impacto ambiental total de todo o ciclo de vida das tecnologias energéticas, desde a extração de matérias-primas (como lítio, cobalto e terras raras), passando pela fabricação, operação, até o descarte e a reciclagem.</p>



<p>Considerações como o uso da água, a alteração de ecossistemas para instalação de grandes projetos eólicos e solares, e a geração de resíduos de baterias, painéis e turbinas, são cada vez mais importantes. Uma transição verdadeiramente sustentável deve abordar esses desafios, promovendo a economia circular e práticas de produção e consumo responsáveis.</p>



<p>A <a href="https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/serie-energia-acesso-a-energia-eletrica-revela-desigualdade-social-no-brasil/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">acessibilidade energética</a> é outro requisito fundamental, especialmente em um mundo onde bilhões de pessoas ainda vivem sem acesso confiável à eletricidade ou a formas de energia limpas para cozinhar e para conforto.</p>



<h2>Inclusão e justiça energética</h2>



<p>A transição energética deve ser inclusiva, garantindo que os benefícios da energia limpa e acessível cheguem a todas as comunidades, combatendo a pobreza energética e promovendo o desenvolvimento humano. Isso muitas vezes implica em soluções descentralizadas, como sistemas solares domésticos e microrredes, que podem ser mais rapidamente implementadas em áreas remotas e rurais, onde a expansão da infraestrutura tradicional seria inviável ou demorada.</p>



<p>Por fim, a <a href="https://www.epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/nota-tecnica-sobre-pobreza-e-justica-energetica" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">justiça energética</a> é outro componente e, talvez, o mais desafiador. Ela reconhece que os ônus e os benefícios da transição energética não são distribuídos igualmente. Setores econômicos, indústrias e comunidades historicamente dependentes de indústrias de combustíveis fósseis podem enfrentar perdas de empregos e desafios econômicos significativos. A transição deve, portanto, ser “justa”, oferecendo suporte para a requalificação profissional, investimentos em novas indústrias e redes de segurança social para aqueles que são desproporcionalmente afetados.</p>



<p>Além disso, a justiça energética também aborda a questão de quem tem o poder de decisão e quem se beneficia da nova economia energética, garantindo que as comunidades locais e os grupos marginalizados tenham voz e participem ativamente na concepção e implementação das políticas energéticas. Isso inclui combater o “<a href="https://www.fuhem.es/2023/11/22/papeles-163-geopolitica-territorio-y-conflictos/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">colonialismo verde</a>”, onde projetos de energia renovável são impostos sem o consentimento ou benefício das comunidades locais.</p>



<p>Em termos econômicos, a transição impulsiona o surgimento de novas indústrias e a obsolescência de outras. Requer investimentos massivos em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias, em infraestrutura (redes inteligentes, pontos de carregamento de veículos elétricos, sistemas de armazenamento), e em capacitação de mão de obra.</p>



<p>Novos modelos de negócios surgem, desde empresas de serviços energéticos a comunidades de energia que geram sua própria eletricidade. Ao mesmo tempo, setores como a produção de petróleo e gás precisam se adaptar, o que pode gerar desafios significativos de emprego e desenvolvimento regional. <a href="https://www.martinsfontespaulista.com.br/politicas-publicas-para-eficiencia-energetica-e-energia-renovavel-no-novo-contexto-de-mercado-26468/p?srsltid=AfmBOoqoq9bmI96VrzebyZUgUeZopYSuzQwA6b0bhKNrDX-joYLO0-HC" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Políticas públicas</a> de incentivo, desincentivo e regulamentação tornam-se ferramentas cruciais para direcionar esses fluxos de capital e trabalho.</p>



<p>No que diz respeito ao estilo de vida dos consumidores, as implicações são profundas. O consumo de energia se torna mais consciente e integrado. A adoção de veículos elétricos, a instalação de painéis solares em telhados, o uso de eletrodomésticos mais eficientes e a participação em programas de resposta à demanda são exemplos de como o comportamento individual se alinha à transição.</p>



<p>A digitalização desempenha um papel fundamental, com medidores inteligentes e aplicativos que fornecem informações em tempo real sobre o consumo e os custos da energia, capacitando os consumidores a tomar decisões mais informadas e a gerenciar sua própria pegada energética. A cultura do “desperdício zero” e do consumo consciente de energia deve ser fomentada, transformando hábitos arraigados.</p>



<p>Por fim, é importante considerar também os crescentes reflexos das mudanças climáticas tanto na oferta como na demanda de energia, seja no curto prazo, como a ocorrência cada vez mais frequente de <a href="https://theconversation.com/aquecimento-global-conta-dos-eventos-extremos-sera-paga-pelas-futuras-geracoes-230816" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">eventos extremos</a> de secas, inundações, de frio e calor. Além disso, temos as mudanças de médio e longo prazos, como alterações de padrões hidrológicos de rios, regime de chuvas, ventos e insolação.</p>



<p>Essas mudanças climáticas afetam a segurança energética de sistemas renováveis, como já experimentamos no país. Além de afetar a demanda de energia, ondas de calor, frio e chuvas (extremos climáticos) <a href="https://theconversation.com/porto-alegre-area-mais-atingida-guarda-a-inovacao-e-a-tecnologia-capazes-de-proteger-o-futuro-231009" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">geram impactos na resiliência da própria infraestrutura</a> física do sistema de produção e abastecimento de energia no curto prazo e diminuem a vida útil econômica da infraestrutura do sistema energético.</p>



<p>Esses fatores impactam de maneiras diferentes setores econômicos, regiões e classes sociais que precisam ser previstos. Desse modo, a transição energética requer também de esforços de PD&amp;I para adaptação, de modo a promover maior resiliência e controle dos impactos das mudanças climáticas do novo sistema energético de baixo carbono.</p>



<p>A transição energética requer implementação conjunta de ações de mitigação e adaptação, considerando os compromissos nacionais e internacionais (como o <a href="https://antigo.mma.gov.br/clima/convencao-das-nacoes-unidas/acordo-de-paris.html" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Acordo de Paris</a>), e gera benefícios adicionais e sinergias para a saúde e o bem-estar humano. Não se trata apenas de mudar a fonte de energia, mas de redefinir a relação dos recursos naturais (energias renováveis, minerais críticos) com a tecnologia e com a economia, considerando os aspectos de eficiência, segurança energética, sustentabilidade, acesso e justiça.</p>



<p><a href="https://theconversation.com/profiles/gilberto-m-jannuzzi-2404725" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Gilberto M. Jannuzzi</a>, Professor de Sistemas Energéticos da Faculdade de Engenharia Mecânica e pesquisador do Núcleo de Planejamento Energético NIPE, <em><a href="https://theconversation.com/institutions/universidade-estadual-de-campinas-unicamp-1638" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)</a></em></p>



<p>This article is republished from <a href="https://theconversation.com" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">The Conversation</a> under a Creative Commons license. Read the <a href="https://theconversation.com/analise-mais-do-que-mudar-fontes-transicao-energetica-exige-redefinir-nossa-relacao-com-os-recursos-naturais-257609" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">original article</a>.</p><p>The post <a href="https://cpten.unicamp.br/analise-mais-do-que-mudar-fontes-transicao-energetica-exige-redefinir-nossa-relacao-com-os-recursos-naturais/" data-wpel-link="internal">Análise: Mais do que mudar fontes, transição energética exige redefinir nossa relação com os recursos naturais</a> first appeared on <a href="https://cpten.unicamp.br" data-wpel-link="internal">CPTEn</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Unicamp é a 2ª universidade mais sustentável do país e 1ª em governança</title>
		<link>https://cpten.unicamp.br/unicamp-e-a-2a-universidade-mais-sustentavel-do-pais-e-1a-em-governanca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[CPTEn]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 13:23:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CPTEn na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Energias Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>QS University Rankings: Sustainability analisou 1.744 instituições de 107 países Reportagem publicada no Jornal da UnicampTexto: Mariana GarciaEdição de imagem: Alex CalixtoFotos: Antonio Scarpinetti / Divulgação O ranking global QS World University Rankings: Sustainability 2025, que anunciou sua mais recente classificação nesta terça-feira (10), traz a Unicamp como a segunda universidade mais sustentável do Brasil [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cpten.unicamp.br/unicamp-e-a-2a-universidade-mais-sustentavel-do-pais-e-1a-em-governanca/" data-wpel-link="internal">Unicamp é a 2ª universidade mais sustentável do país e 1ª em governança</a> first appeared on <a href="https://cpten.unicamp.br" data-wpel-link="internal">CPTEn</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>QS University Rankings: Sustainability analisou 1.744 instituições de 107 países</em></p>



<span id="more-10829"></span>



<p><strong><em><a href="https://jornal.unicamp.br/noticias/2024/12/10/unicamp-e-a-2a-universidade-mais-sustentavel-do-pais-e-1a-em-governanca/" title="Reportagem publicada no Jornal da Unicamp" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Reportagem publicada no Jornal da Unicamp</a><br>Texto: Mariana Garcia<br>Edição de imagem: Alex Calixto<br>Fotos: Antonio Scarpinetti / Divulgação</em></strong></p>



<p>O ranking global QS World University Rankings: Sustainability 2025, que anunciou sua mais recente classificação nesta terça-feira (10), traz a Unicamp como a segunda universidade mais sustentável do Brasil pelo terceiro ano consecutivo, além de a primeira do país em governança. Realizado anualmente pela consultoria internacional Quacquarelli Symonds (QS), o ranking analisou, neste ano, 1.744 universidades, localizadas em 107 países. A Unicamp ficou com a 50ª melhor posição entre as universidades das Américas e com a 179º colocação no cômputo geral, subindo 58 posições desde a última edição. Entre as 42 instituições brasileiras avaliadas, a Universidade de São Paulo (USP) ficou com a melhor colocação. A primeira posição mundial coube à Universidade de Toronto (Canadá), que repete o feito do ano passado.</p>



<p>Para o reitor da Unicamp, professor Antonio José de Almeida Meirelles, o excepcional desempenho da Unicamp no QS WUR Sustainability decorre diretamente do alinhamento da Universidade com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). “Hoje, a agenda da sustentabilidade está presente em todas as esferas de atuação da Unicamp, abrangendo não apenas iniciativas que visam a diminuir o impacto do funcionamento institucional sobre o meio ambiente, mas também uma ampla gama de pesquisas voltadas à compreensão e mitigação dos múltiplos efeitos da mudança climática. Projetos como o Campus Sustentável, o AmazonFace e o HUB Internacional para o Desenvolvimento Sustentável [HIDS] ajudam a explicar o protagonismo nacional e regional da Universidade na área, servindo de exemplo para outras instituições de todas as partes do mundo”, destaca.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.unicamp.br/wp-content/uploads/sites/32/2024/12/20210419_1_Antonio-Jose-de-Almeida-Meirelles_Tom-Ze_Foto_Antonio-Scarpinetti_SEC_AJS_7440-1-1024x684.jpg" alt="Tom Zé em frente à Reitoria." class="wp-image-31396"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>O reitor Antonio José de Almeida Meirelles: resultado é consequência do alinhamento da Universidade aos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU</strong></figcaption></figure>



<p>A fim de elaborar o ranking, o QS realizou uma análise baseada em três categorias principais: Ambiental, Social e Governança. O resultado mostra a evolução da Unicamp, 237ª colocada no ano passado, revelando que a Universidade subiu de posição em cinco indicadores: Sustentabilidade Ambiental; Educação Ambiental; Pesquisas sobre Meio Ambiente; Impacto da Educação; e Governança.&nbsp;</p>



<p>Em governança, a Unicamp conquistou sua melhor colocação neste ano, ficando em 120º lugar no mundo todo, ocupando, ainda, a 19ª posição nas Américas e alcançando o segundo lugar entre as 111 universidades sul-americanas participantes. Em impacto ambiental, a instituição teve seu segundo melhor desempenho, classificando-se em 166º lugar no mundo todo, em 52º nas Américas e em segundo na América do Sul. A avaliação levou em conta indicadores relacionados com o ensino ambiental, as pesquisas sobre o meio-ambiente e a sustentabilidade ambiental.&nbsp;</p>



<p>Já a análise dos parâmetros sociais das universidades considerou os critérios empregabilidade; equidade; saúde e bem-estar; impacto da educação; e intercâmbio de conhecimento. Nesse campo, a Unicamp terminou em 263º na classificação geral, em 78º lugar no continente americano e em quarto entre as sul-americanas.</p>



<p>Criado para fornecer a jovens estudantes, instituições governamentais e entidades de fomento à pesquisa informações que revelem o comprometimento das universidades com a promoção de uma vida e de um mundo mais sustentáveis, o QS Sustainability busca mensurar o nível de desenvolvimento sustentável dessas instituições. Para tanto, além de avaliar seus impactos sociais e ambientais como centros de educação e pesquisa, procura olhar para as universidades como grandes empregadoras com desafios de governança e sustentabilidade.</p>



<p>O ranking busca, ainda, mensurar o impacto que a atuação de seus ex-alunos está causando tanto na ciência como na tecnologia voltadas a resolver os problemas climáticos. Para completar, o QS avalia o impacto das pesquisas realizadas nas universidades em relação aos ODS.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.unicamp.br/wp-content/uploads/sites/32/2024/12/Man_20241210_microrredes-unicamp-5-div-1024x318.jpg" alt="Ginásio da Unicamp" class="wp-image-31394"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Placas fotovoltaicas no Ginásio Multidisciplinar: Unicamp ficou na 179º colocação no cômputo geral, subindo 58 posições</strong></figcaption></figure><p>The post <a href="https://cpten.unicamp.br/unicamp-e-a-2a-universidade-mais-sustentavel-do-pais-e-1a-em-governanca/" data-wpel-link="internal">Unicamp é a 2ª universidade mais sustentável do país e 1ª em governança</a> first appeared on <a href="https://cpten.unicamp.br" data-wpel-link="internal">CPTEn</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jornada Olhos no Futuro encerra atividades do semestre com alunos do ensino público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CPTEn]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 18:53:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CPTEn na Mídia]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto faz parte de um programa multidisciplinar que visa à formação de agentes de transformação para a sustentabilidade Reportagem publicada no Jornal da UnicampTexto: Helena TallmannFotos: Antônio ScarpinettiEdição de imagem: Paulo Cavalheri A VI Jornada Olhos no Futuro recebeu 176 estudantes do ensino fundamental II e 14 professores da escola estadual E. E. Dr. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cpten.unicamp.br/jornada-olhos-no-futuro-encerra-atividades-do-semestre-com-alunos-do-ensino-publico/" data-wpel-link="internal">Jornada Olhos no Futuro encerra atividades do semestre com alunos do ensino público</a> first appeared on <a href="https://cpten.unicamp.br" data-wpel-link="internal">CPTEn</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O projeto faz parte de um programa multidisciplinar que visa à formação de agentes de transformação para a sustentabilidade</em></p>



<span id="more-10794"></span>



<p><strong><em><a href="https://jornal.unicamp.br/noticias/2024/11/14/jornada-olhos-no-futuro-encerra-atividades-do-semestre-com-alunos-do-ensino-publico/" title="Reportagem publicada no Jornal da Unicamp" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Reportagem publicada no Jornal da Unicamp</a><br>Texto: Helena Tallmann<br>Fotos: Antônio Scarpinetti<br>Edição de imagem: Paulo Cavalheri</em></strong></p>



<p>A VI Jornada Olhos no Futuro recebeu 176 estudantes do ensino fundamental II e 14 professores da escola estadual E. E. Dr. Telêmaco Paioli Melges na terça-feira (12). O projeto faz parte do programa multidisciplinar Olhos no Futuro, que visa à formação de agentes de transformação para a sustentabilidade, um programa relacionado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>



<p>O projeto, vinculado ao Campus Sustentável e ao Centro Paulista de Estudos de Transição Energética (CPTEn), está em vias de se institucionalizar junto à Pró-Reitoria de Extensão, Esporte e Cultura. Essa edição apresentou algumas novidades, oferecendo aos estudantes o maior número de oficinas desde o início do Olhos no Futuro, em 2021, e realizando o encerramento das atividades no Teatro de Arena, com a presença do reitor Antonio José de Almeida Meirelles e de outras autoridades.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.unicamp.br/wp-content/uploads/sites/32/2024/11/JU_20241114_Jornada_AJS_5825_Interna-1-1.jpg" alt="A Jornada Olhos no Futuro reuniu 176 estudantes do ensino fundamental II e 14 professores da escola estadual E. E. Dr. Telêmaco Paioli Melges" class="wp-image-29497"/><figcaption class="wp-element-caption">A Jornada Olhos no Futuro reuniu 176 estudantes do ensino fundamental II e 14 professores da escola estadual E. E. Dr. Telêmaco Paioli Melges</figcaption></figure>



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<p>Dez oficinas simultâneas aconteceram em oito unidades da Unicamp: Canalise – Da Cana-de-Açúcar ao Etanol (Faculdade de Engenharia Química), Desembalando (Faculdade de Engenharia de Alimentos-FEA), Desvendando os Sentidos (FEA), De Ciclo em Ciclo, de Lua em Lua (Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo – Labjor), SustentavelMente (Faculdade de Engenharia Agrícola – Feagri), ReciclaMente (Instituto de Geociências – IG), Águas do Ribeirão Quilombo (Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo – Fecfau), Energizar &amp; Escola 4.0 (Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação – Feec), Energizar – Usina Fotovoltaica (Feec) e ComunicAção (Instituto de Artes – IA). “Temos a proposta de trabalhar muito com a mão na massa. O aluno participa realmente da construção daquele conhecimento”, disse Roberta Ceriani, professora da FEQ e integrante da equipe gestora da jornada.</p>



<p>Após o almoço no Restaurante Universitário (RU), os alunos participaram ainda da oficina Nosso Busão, no ônibus elétrico na Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM), e, ao final da programação, acompanharam um bate-papo sobre trajetórias, sonhos e perspectivas futuras com Danilo Lobato, aluno da escola, e Daniel dos Santos, da FEQ, além da apresentação, pelo grupo 50+ Arteiros Teatro, da peça&nbsp;<em>Descarrego, um convite à leitura</em>, adaptada do livro&nbsp;<em>Descarrego</em>, de Juliana Rabelo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.unicamp.br/wp-content/uploads/sites/32/2024/11/JU_20241114_Jornada_AJS_5581_Interna-2.jpg" alt="Icaro Lopes: produção da cana-de-açucar" class="wp-image-29500"/><figcaption class="wp-element-caption">Icaro Lopes: produção da cana-de-açucar</figcaption></figure>



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<p>Décio Freitas, professor de matemática da escola, participou pela primeira vez do evento e afirmou que essa representa uma importante oportunidade para motivar os jovens a pensarem no seu futuro. Já Leda Matheus da Silva, professora de artes que ajuda na coordenação da atividade desde a sua primeira edição, desenvolve disciplinas eletivas que estão relacionadas ao Olhos no Futuro. “O projeto foi só melhorando: começamos com um ônibus [de alunos], depois passamos para dois e hoje já são quatro.” Para a professora, a atividade mostra aos alunos o mundo fora da escola, ensinando conhecimentos úteis para a vida deles.</p>



<p>Os estudantes do oitavo ano Icaro Lopes Crozoleto e David de Souza Silva participaram de todas as edições do evento e lembram com empolgação de quando presenciaram uma descarga elétrica em uma das oficinas. Neste ano, Crozoleto aprendeu sobre a produção da cana-de-açúcar e seus derivados. “Foi muito legal: misturamos açúcar na água morna, colocamos fermento biológico e fechamos com uma bexiga. As bactérias vão fermentando, vai saindo gás carbônico e enchendo a bexiga. Eu não sabia que era possível fazer isso”, contou. O aluno ainda não escolheu sua profissão, mas deve seguir os passos do irmão e da irmã mais velhos, estudantes da Unicamp.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.unicamp.br/wp-content/uploads/sites/32/2024/11/JU_20241114_Jornada_AJS_5609_Interna-1.jpg" alt="O estudante David de Souza Silva: empolgação" class="wp-image-29502"/><figcaption class="wp-element-caption">O estudante David de Souza Silva: empolgação</figcaption></figure>



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<p>David Silva foi um dos alunos que dirigiu um trator e aprendeu sobre formas sustentáveis de plantio. “Também vimos como usar drones na plantação. A sustentabilidade é importante para um futuro melhor, com menos poluição”, opinou.</p>



<p><strong>O futuro da Unicamp</strong></p>



<p>As autoridades presentes, em suas falas, reforçaram a mensagem de que os jovens devem persistir em seus objetivos com dedicação, acreditando em seu potencial. Meirelles chamou atenção para a presença, na jornada, de estudantes preocupados com o futuro do país, convidando-os a fazer parte também do futuro da Unicamp. “Vocês podem fazer a diferença e nós queremos vocês aqui. Hoje, somos uma universidade em transformação. Mais de 50% dos alunos que ingressaram aqui vêm de escolas públicas. Queremos que a Universidade se conecte com a comunidade que paga impostos e a sustenta.”</p>



<p>Marcelo Cardoso, representando a Proeec, lembrou que a Unicamp “é uma das maiores universidades de São Paulo”. O integrante da Diretoria de Ensino Campinas Leste Ordileu José Topan observou que o projeto aproxima os alunos do ambiente universitário. “Ele também é importante considerando o momento que estamos experimentando, para discutirmos como viver de forma sustentável.” Também representou a Diretoria de Ensino Campinas Leste Thais Damasceno, supervisora de ensino.</p>



<p>O diretor da escola e ex-aluno da Unicamp, Marcio Ferreira Sarraipa, falou sobre a importância de a Universidade estar presente nas instituições de ensino públicas e manifestou o desejo de dar continuidade ao projeto na escola.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.unicamp.br/wp-content/uploads/sites/32/2024/11/JU_20241114_Jornada_AJS_5651_Interna-1.jpg" alt="O projeto é vinculado ao Campus Sustentável e ao Centro Paulista de Estudos de Transição Energética" class="wp-image-29495"/><figcaption class="wp-element-caption">O projeto é vinculado ao Campus Sustentável e ao Centro Paulista de Estudos de Transição Energética</figcaption></figure>



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<p><strong>Extensão nas escolas públicas</strong></p>



<p>A Jornada Olhos no Futuro representa a conclusão de um trabalho desenvolvido durante todo o semestre, período no qual alunos da Unicamp ministram oficinas semanais como monitores junto aos clubes escolares. Também pela primeira vez, neste ano, o programa contou com a participação de estudantes da disciplina de extensão Educação e Interdisciplinaridade de Olhos no Futuro, atuando como monitores nas oficinas e nos grupos de apoio.</p>



<p>Para o coordenador do Campus Sustentável, presente no encerramento da jornada, professor Luiz Carlos Pereira da Silva, o projeto colaborará com o cumprimento da carga horária obrigatória em atividades de extensão universitária – exigência da curricularização da extensão que vigora desde o ano passado. “O Olhos no Futuro traz oportunidades para professores de diferentes áreas desenvolverem a extensão. Por meio desse trabalho com a E.E. Telêmaco, podemos consolidar esse projeto, que já tem bastante impacto, e multiplicá-lo para outras escolas públicas.”</p>



<p>Depois de institucionalizado, o projeto deve se tornar um programa formal de extensão na Proeec, apto a receber financiamento da Universidade. Está também em desenvolvimento a proposta de lançamento de um livro sobre o programa, a ser utilizado na difusão de informações para as secretarias de educação estadual e municipais de São Paulo.</p><p>The post <a href="https://cpten.unicamp.br/jornada-olhos-no-futuro-encerra-atividades-do-semestre-com-alunos-do-ensino-publico/" data-wpel-link="internal">Jornada Olhos no Futuro encerra atividades do semestre com alunos do ensino público</a> first appeared on <a href="https://cpten.unicamp.br" data-wpel-link="internal">CPTEn</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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