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	<description>Centro Paulista de Estudos da Transição Energética</description>
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		<title>“Transição energética é um caminho sem volta”, destaca coordenador da Gerência de e-Combustíveis da Eletrobras</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 20:42:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hidrogênio verde demonstra potencialidades e se torna promessa de investimentos para o processo de transição energética  Representantes da Eletrobras e da BGEnergy visitaram as instalações do Laboratório Vivo de Transição, Eficiência e Sustentabilidade Energética Campus Sustentável da Universidade Estadual de Campinas (LV TESE Campus Sustentável Unicamp), segunda-feira (4), na Cidade Universitária Zeferino Vaz. Luiz Carlos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="has-text-align-center"><em>Hidrogênio verde demonstra potencialidades e se torna promessa de investimentos para o processo de transição energética </em></p>



<p>Representantes da <a href="https://eletrobras.com/pt/Paginas/Home.aspx" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Eletrobras</a> e da <a href="https://bgenergy.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">BGEnergy</a> visitaram as instalações do <a href="https://storage.net-fs.com/hosting/7548965/18/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Laboratório Vivo de Transição, Eficiência e Sustentabilidade Energética</a> Campus Sustentável da Universidade Estadual de Campinas (LV TESE Campus Sustentável Unicamp), segunda-feira (4), na Cidade Universitária Zeferino Vaz. Luiz Carlos Pereira da Silva, diretor do Centro Paulista de Estudos da Transição Energética (CPTEn) e coordenador do Campus Sustentável Unicamp, apresentou ao grupo os resultados consolidados de projetos e as estratégias institucionais para novas implementações, como o Hub de Energia Sustentável (HubES).&nbsp;</p>



<p>Renato Cabral, coordenador da Gerência de e-Combustíveis da Eletrobras, ressaltou que o encontro coopera tanto para a nova configuração da empresa brasileira de capital aberto quanto para impulsionar os esforços da Unicamp. “É interessante para termos o entendimento do ‘estado da arte’ daquilo que está sendo desenvolvido pela academia universitária, principalmente nessa parte da eficiência de eletrolisadores e a sua aplicação”, pontuou. Segundo ele, recentemente, a maior companhia do setor elétrico da América Latina criou uma área específica para exploração do potencial do hidrogênio como fonte de combustível sintético ou e-combustível.</p>



<p>Os eletrolisadores, mencionados por Cabral, é uma tecnologia que usa eletricidade para separar as moléculas d’água (H²O). Esse processo, denominado <a href="https://youtu.be/FICAWSnjYE8?si=awjYTeAbuU_wgl5p" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">eletrólise</a>, ainda não é realizado na Unicamp, mas, conforme apresentou Silva, será um dos projetos implementados pelo HubES. Essa iniciativa se encontra em fase de elaboração e integrará o <a href="http://www.hids.unicamp.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Hub Internacional para o Desenvolvimento Sustentável</a> (HIDS), oportunizando que professores e estudantes desenvolvam trabalhos voltados para os combustíveis sintéticos, como o hidrogênio verde.&nbsp;</p>



<p>No HubES, exemplificou o coordenador do Campus Sustentável, uma das ideias é criar um sistema piloto para produção, armazenamento e utilização de hidrogênio verde. Comparado aos convencionais, os e-combustíveis não têm o petróleo como matéria-prima, mas podem ser utilizados em transportes que normalmente dependem de gasolina, querosene ou diesel, inclusive, sem necessidade de transformações mecânicas nos veículos. Desde 2019, ano de <a href="https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2019/04/11/unicamp-inaugura-sua-primeira-usina-fotovoltaica" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">inauguração da sua primeira usina fotovoltaica</a>, por meio de parcerias, a Unicamp tem se transformado em <a href="https://campus-sustentavel.unicamp.br/livro/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">um modelo de inovação em gestão energética para a América Latina e o Caribe</a>.&nbsp;</p>



<p>Além de Silva e Cabral, Leandro Brito e Marlos Guimarães, integrantes da equipe de e-combustíveis da Eletrobras, Ana Beatriz Barros, Hélio Nunes e Vitor Riedel, diretores da BGEnergy, estiveram presentes e foram recepcionados por pesquisadores dos projetos de <a href="https://campus-sustentavel.unicamp.br/microrredes/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">microrredes para energia eficiente, confiável e mais sustentável</a> e de <a href="https://campus-sustentavel.unicamp.br/mobe/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">mobilidade elétrica</a>. “O hidrogênio verde é uma forma de obter um novo produto a partir da energia elétrica. Então, não apenas trabalhar com o armazenamento da energia elétrica, mas poder fazer o setor elétrico oferecer novos produtos”, explicou Riedel, diretor-executivo da BGEnergy.</p>



<p>A BGEnergy foi criada por profissionais graduados pela Unicamp e, atualmente, seus diretores são doutorandos do programa de pós-graduação em <a href="https://www.fem.unicamp.br/index.php/pt-br/cpg-pe" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Planejamento de Sistemas Energéticos</a> (PSE|FEM|Unicamp). “A empresa foi incubada no Parque Científico e Tecnológico da Unicamp neste ano. Através da incubação será possível ampliar o desenvolvimento de soluções inovadoras sustentáveis, sobretudo, na área do hidrogênio. Também permitirá o acesso a novas conexões e parcerias”, comentou Barros, diretora de inovação da BGEnergy, ressaltando que a empresa está com contrato de serviços com a Eletrobras desde o ano passado. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://cpten.unicamp.br/wp-content/uploads/2023/09/Design-sem-nome-2-1024x576.png" alt="" class="wp-image-9938" srcset="https://cpten.unicamp.br/wp-content/uploads/2023/09/Design-sem-nome-2-1024x576.png 1024w, https://cpten.unicamp.br/wp-content/uploads/2023/09/Design-sem-nome-2-300x169.png 300w, https://cpten.unicamp.br/wp-content/uploads/2023/09/Design-sem-nome-2.png 1366w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p><strong>Chamadas públicas para Pesquisa e Desenvolvimento&nbsp;</strong></p>



<p>Conforme declarou Cabral, a recém-criada vice-presidência de inovação é o novo núcleo que está buscando compreender como a empresa pode trabalhar em conjunto com as instituições de pesquisas, entre elas a Unicamp, no desenvolvimento de novos projetos.&nbsp;</p>



<p>“Com a capitalização, a Eletrobras está fazendo os estudos. Até 2021 eram publicados os editais, onde era aberto ao público geral e, agora, estão sendo feitas análises para verificar como vai ser essa política de editais. Quando tiver algum tema de interesse serão normalmente publicados os editais. Porém, isso era feito pelas empresas separadamente, por exemplo, a Eletrobras e a Eletronorte lançavam essas chamadas individualmente. Agora os editais devem ser únicos”, finalizou Cabral.</p>



<p>Texto e fotografias: Inácio de Paula | jornalista bolsista de ciência do Campus Sustentável Unicamp e do CPTEn</p>



<p>Notícia <a href="https://www.campus-sustentavel.unicamp.br/2023/09/12/transicao-energetica-e-um-caminho-sem-volta-destaca-coordenador-da-gerencia-de-e-combustiveis-da-eletrobras/" title="" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">reproduzida </a>do site do Campus Sustentável Unicamp </p><p>The post <a href="https://cpten.unicamp.br/transicao-energetica-e-um-caminho-sem-volta-destaca-coordenador-da-gerencia-de-e-combustiveis-da-eletrobras/" data-wpel-link="internal">“Transição energética é um caminho sem volta”, destaca coordenador da Gerência de e-Combustíveis da Eletrobras</a> first appeared on <a href="https://cpten.unicamp.br" data-wpel-link="internal">CPTEn</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>“A inovação tem que ser uma bandeira da população”, destaca reitor da Unicamp durante feira para a difusão de conhecimento</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jul 2023 22:21:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Exposição realizada no Largo do Rosário, no Centro de Campinas, aproxima o público das inovações tecnológicas Pesquisadores do Projeto Campus Sustentável participaram, nesta terça-feira (11), da programação de aniversário de Campinas, comemorado em 14 de julho. Realizada no Largo do Rosário, a exposição recebeu centenas de visitantes que conheceram iniciativas desenvolvidas no âmbito da ciência, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Exposição realizada no Largo do Rosário, no Centro de Campinas, aproxima o público das inovações tecnológicas</em></p>



<span id="more-9798"></span>



<p>Pesquisadores do Projeto Campus Sustentável participaram, nesta terça-feira (11), da programação de aniversário de Campinas, comemorado em 14 de julho. Realizada no Largo do Rosário, a exposição recebeu centenas de visitantes que conheceram iniciativas desenvolvidas no âmbito da ciência, tecnologia e inovação. Além do reitor da Unicamp, Antonio Meirelles, estiveram presentes no local Adriana Flosi, secretária municipal de desenvolvimento econômico, tecnologia e inovação, Dário Saadi, prefeito de Campinas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“A inovação tem que ser hoje uma bandeira da população. E nós temos que levar essa bandeira para transformar a vida das pessoas”, destacou Meirelles, categórico sobre o papel das universidades frente aos desafios à inovação.&nbsp; “O nosso grande desafio é dar esse salto de qualidade e transformar Campinas em uma referência da inovação na região, no estado e no país. Isso é extremamente possível”, pontuou o reitor.&nbsp;</p>



<p>Quem passou pelo estande da Unicamp pôde conhecer também o Centro Paulista de Estudos da Transição Energética (CPTEn), o Hub Internacional para o Desenvolvimento Sustentável (<a href="http://www.hids.unicamp.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">HIDS</a>) e a Agência Unicamp de Inovação (<a href="https://www.inova.unicamp.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Inova</a>). &#8220;Estamos aqui com o HIDS, um projeto estruturante para o futuro de Campinas, assim como os institutos de pesquisas, a Unicamp de mãos dadas com a PUC, e todo setor de tecnologia da cidade. Esse projeto vai delinear o futuro da nossa cidade”, comentou Saadi, mencionando o potencial das iniciativas para o desenvolvimento campineiro. “O futuro é inovação e tecnologia. Campinas já está avançada, com o HIDS e outras ações, sem dúvidas, avançaremos muito mais&#8221;.&nbsp;</p>



<p>Além de participar de experimentos científicos baseados na produção e consumo de energia elétrica, o público pode também <a href="https://storage.net-fs.com/hosting/7548965/18/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">visitar virtualmente as instalações do laboratório vivo de transição, eficiência e sustentabilidade energética</a> Campus Sustentável Unicamp. “Fazer uma mostra dessa no centro da cidade, disponibilizando isso à população, é outro lado da moeda. Precisamos transformar aquilo feito nos nossos institutos de ciência e tecnologias, nas nossas formações universitárias – que é desenvolver conhecimento – em algo que as pessoas da nossa cidade sintam que faz a diferença na vida delas”, finalizou o reitor.&nbsp;</p>



<p>Texto e fotografia: Inácio de Paula | jornalista bolsista do Campus Sustentável Unicamp e do CPTEn</p><p>The post <a href="https://cpten.unicamp.br/a-inovacao-tem-que-ser-uma-bandeira-da-populacao-destaca-reitor-da-unicamp-durante-feira-para-a-difusao-de-conhecimento/" data-wpel-link="internal">“A inovação tem que ser uma bandeira da população”, destaca reitor da Unicamp durante feira para a difusão de conhecimento</a> first appeared on <a href="https://cpten.unicamp.br" data-wpel-link="internal">CPTEn</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>‘Chegar a 2050 com reduções significativas nas emissões de carbono’, projeta pesquisador da Unicamp </title>
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		<pubDate>Tue, 09 May 2023 19:55:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Descarbonização da economia paulista. Essa problemática reuniu pesquisadores, professores, estudantes e representantes da gestão municipal de Campinas em evento para tratar do&#160;Plano de Ação Climática&#160;e Desenvolvimento Sustentável para o Estado de São Paulo (PAC 2050). O documento estabelece as orientações que devem ser adotadas para diminuir a emissão de gases do efeito estufa e de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cpten.unicamp.br/chegar-a-2050-com-reducoes-significativas-nas-emissoes-de-carbono-projeta-pesquisador-da-unicamp/" data-wpel-link="internal">‘Chegar a 2050 com reduções significativas nas emissões de carbono’, projeta pesquisador da Unicamp </a> first appeared on <a href="https://cpten.unicamp.br" data-wpel-link="internal">CPTEn</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Descarbonização da economia paulista. Essa problemática reuniu pesquisadores, professores, estudantes e representantes da gestão municipal de Campinas em evento para tratar do&nbsp;<a href="https://smastr16.blob.core.windows.net/home/2022/11/pac-sp-2050-final-site_30_12_22.pdf" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Plano de Ação Climática</a>&nbsp;e Desenvolvimento Sustentável para o Estado de São Paulo (PAC 2050). O documento estabelece as orientações que devem ser adotadas para diminuir a emissão de gases do efeito estufa e de poluentes vindos tanto do setor público quanto do privado. Atualmente, os níveis de produção e consumo da sociedade paulista fazem do Estado a terceira maior economia da América Latina, atrás apenas do Brasil e do México. No entanto, esses mesmos níveis colocam São Paulo na quarta posição do ranking nacional de emissão de poluentes atmosféricos. O evento ocorreu na última sexta-feira (5), em modalidade híbrida, na Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (Feec) da Unicamp.</p>



<p>Dados estaduais de 2020 mostram que a participação dos setores de transporte (29%), agropecuário (28%), de energia (27%), de resíduos (13%) e industrial (3%) são as maiores quando se trata das emissões de gases de efeito estufa. No cenário nacional, há uma troca de posições entre os três primeiros setores: o agropecuário é responsável por 62% das emissões, o energético assume o segundo lugar com 14% e o transporte cai para terceiro, com 12%, seguidos das categorias de resíduos e da indústria, cujo percentual nacional é de 6%, ficando empatados na última posição. Essas informações foram divulgadas por Gilberto Jannuzzi, professor da Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM) e integrante da equipe de coordenação técnica do PAC 2050. Jannuzzi também apresentou a estrutura e o processo de elaboração desse relatório junto à&nbsp;<a href="https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/semil/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística</a>&nbsp;(Semil).</p>



<p>&#8220;A missão inicial desse plano é chegar a 2050 zerando emissões. Olhamos primeiro para as atividades que geram as emissões diretas&#8221;, explicou o professor. Ele esclareceu que, segundo o entendimento da equipe responsável por elaborar o PAC 2050, o documento teria uma característica inicial de orientação, deixando as questões mais específicas, de implementação mais complexa, para um plano posterior. “Olhamos o plano de investimento do Estado, que é de médio e longo prazo. Nele, existe um programa de compras sustentáveis que deve estar alinhado ao PAC, por exemplo. Tenho sugerido para o governo que reveja as compras de eletricidade, que comece a comprar ‘energia verde’ [de fontes sustentáveis], sendo esse um exemplo dessas ações. É preciso haver um pouco de implementação e, depois, vem a prescrição”, ponderou.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="990" height="667" src="https://cpten.unicamp.br/wp-content/uploads/2023/05/Atu_20230508_Gilberto-de-Martino-Jannuzzi_PAC2050_CPTEn_FEEC_scarpa_AJS_6676-INTERNA1.jpg" alt="" class="wp-image-9516" srcset="https://cpten.unicamp.br/wp-content/uploads/2023/05/Atu_20230508_Gilberto-de-Martino-Jannuzzi_PAC2050_CPTEn_FEEC_scarpa_AJS_6676-INTERNA1.jpg 990w, https://cpten.unicamp.br/wp-content/uploads/2023/05/Atu_20230508_Gilberto-de-Martino-Jannuzzi_PAC2050_CPTEn_FEEC_scarpa_AJS_6676-INTERNA1-300x202.jpg 300w" sizes="(max-width: 990px) 100vw, 990px" /><figcaption class="wp-element-caption">Para tratar do tema &#8220;Descarbonização da economia paulista&#8221; pesquisadores, professores, estudantes <br>e representantes da gestão municipal de Campinas se reuniram na Unicamp</figcaption></figure></div>


<p>Além de Jannuzzi, Rogério Menezes, secretário municipal da&nbsp;<a href="https://portal.campinas.sp.gov.br/secretaria/verde-meio-ambiente-e-desenvolvimento-sustentavel" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Secretaria do Verde, Meio Ambiente e Sustentabilidade</a>&nbsp;(SVAS) de Campinas, e Luiz Carlos Pereira da Silva, professor da Feec, coordenador do&nbsp;<a href="https://campus-sustentavel.unicamp.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Campus Sustentável</a>&nbsp;e diretor do&nbsp;<a href="https://cpten.unicamp.br/" data-wpel-link="internal">Centro Paulista de Estudos da Transição Energética</a>&nbsp;(CPTEn), também participaram do debate. O secretário discorreu sobre o planejamento municipal de Campinas e a adesão da cidade às orientações estaduais, enquanto o professor destacou os esforços empreendidos pela Unicamp, principalmente nas questões energética e de eletricidade.&nbsp;</p>



<p><strong>Região metropolitana de Campinas</strong></p>



<p>&#8220;No ano-base de 2016, a contribuição de Campinas para as emissões da sua região metropolitana foi de 23,74%. Pode parecer incrível, a maior cidade é Campinas, mas o índice mais alto de emissão é de Paulínia, justamente pela questão energética da Petrobrás, envolvendo a refinaria&#8221;, contextualizou Rogério Menezes, enfatizando que a r<a href="https://rmc.pdui.sp.gov.br/?page_id=127#:~:text=A%20Regi%C3%A3o%20Metropolitana%20de%20Campinas,Santo%20Ant%C3%B4nio%20de%20Posse%2C%20Sumar%C3%A9%2C" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">egião metropolitana engloba 20 municípios paulistas</a>. Nesse grupo, Paulínia e Campinas&nbsp;—&nbsp;nessa ordem&nbsp;—&nbsp;são os responsáveis pela maior parcela da poluição atmosférica, seguidos de Jaguariúna, que, apesar de figurar na terceira colocação, apresenta um baixo nível de emissões.</p>



<p>O secretário da SVAS recordou as ações adotadas nos últimos anos, mencionando o percurso trilhado por Campinas, que começou com a adesão ao&nbsp;<a href="https://pactodealcaldes-la.org/pt-br/sobre-o-pacto/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Pacto Global dos Prefeitos pelo Clima e a Energia</a>. Em 2016, foi criado o inventário de gases do efeito estufa e poluentes, com informações sobre esses municípios da região metropolitana. Seguindo a mesma categorização estadual e conforme informações do PAC 2050, os setores que mais emitem poluentes em Campinas são os de energia, de transporte, agropecuário e de resíduos, nessa ordem.</p>



<p>Em 2020, após a realização do inventário e de alguns estudos, a prefeitura de Campinas publicou uma lei municipal para a redução do impacto das mudanças climáticas e da poluição atmosférica (Lei 16.022/2020). O texto definiu conceitos, princípios, objetivos, diretrizes e estratégias para aquele fim, além de estabelecer as seguintes metas de redução de poluentes: em 8% para 2030 e 16% em 2040, chegando, entre os anos de 2050 e 2060, a uma redução de 32% para os gases do efeito estufa e 31% para os gases poluentes. Deve ser divulgado também o Plano de Ações Climáticas de Campinas, que se encontra em elaboração.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="990" height="667" src="https://cpten.unicamp.br/wp-content/uploads/2023/05/Atu_20230508_Luiz-Carlos-Pereira_PAC2050_CPTEn_FEEC_scarpa_AJS_6635-INTERNA2.jpg" alt="" class="wp-image-9517" srcset="https://cpten.unicamp.br/wp-content/uploads/2023/05/Atu_20230508_Luiz-Carlos-Pereira_PAC2050_CPTEn_FEEC_scarpa_AJS_6635-INTERNA2.jpg 990w, https://cpten.unicamp.br/wp-content/uploads/2023/05/Atu_20230508_Luiz-Carlos-Pereira_PAC2050_CPTEn_FEEC_scarpa_AJS_6635-INTERNA2-300x202.jpg 300w" sizes="(max-width: 990px) 100vw, 990px" /><figcaption class="wp-element-caption">Luiz Carlos Pereira da Silva, professor da Feec, coordenador do Campus Sustentável e<br> diretor do Centro Paulista de Estudos da Transição Energética: na Unicamp, energia renovada 100% </figcaption></figure></div>


<p><strong>Na Unicamp</strong></p>



<p>“Conseguimos fazer muitas transformações importantes nos campi universitários da Unicamp, na área de eficiência energética, energias renovadas e contratação de energia, principalmente na Cidade Universitária Zeferino Vaz. A Unicamp, por exemplo, contrata energia renovada 100% e, a partir de 2025, a nossa energia será incentivada. É a única universidade pública brasileira que contrata energia no&nbsp;<a href="https://www.gov.br/aneel/pt-br/assuntos/mercado" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Ambiente de Contratação Livre</a>”, comemora o coordenador do Campus Sustentável, afirmando que tanto a energia elétrica produzida nas instalações locais quanto a comprada são de fontes renováveis.</p>



<p>Fazem parte também das iniciativas desse Laboratório Vivo de Transição, Eficiência e Sustentabilidade Energética os planos de gestão nas áreas das redes elétricas de média e baixa tensão da Cidade Universitária Zeferino Vaz, a circulação interna de um ônibus elétrico para usuários e visitantes, o gerenciamento de contratos e demandas de energia, o gerenciamento do uso final de energia nas suas edificações, assim como a substituição de lâmpadas e aparelhos de ar-condicionados por modelos mais eficientes. No âmbito do Plano Diretor Integrado e do&nbsp;<a href="https://campus-sustentavel.unicamp.br/boletim-informativo/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Sistema de Gestão de Energia</a>, são realizados trabalhos colaborativos com as unidades da Universidade, empresas e instituições parceiras, como por exemplo a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), entre outras.</p>



<p>O coordenador mencionou as dificuldades enfrentadas quando da implementação do Campus Sustentável. De modo geral, os impasses diziam respeito à falta de instrução burocrática e orientação especializada, bem como de legislação específica. Muitos desses desafios, segundo Jannuzzi, podem ser superados mais facilmente agora, com as diretrizes, os métodos e os indicadores do PAC 2050. “Existem muitas pesquisas que podem auxiliar no plano de implementação, como a avaliação sobre por onde começar, o que dá certo, e aí aumentar a escala de implementação para uma cidade ou uma região”, pontuou o integrante da equipe de coordenação técnica.</p>



<p>De acordo com o diretor do CPTEn, os eixos de trabalhos do órgão devem ir ao encontro dos direcionamentos propostos pelo PAC 2050. “Causaremos impacto para além dos muros da Universidade. Temos a intenção de trabalhar também com escolas públicas. Hoje, contamos com um projeto-piloto [no Campus Sustentável], mas está em discussão realizar ações com 85 escolas estaduais pertencentes à Regional Leste Campinas”, finalizou Silva, ressaltando a importância de projetos e pesquisas direcionados à formação de estudantes e à capacitação profissional para o exercício de uma cidadania mais atuante. </p>



<p>Reportagem: Inácio de Paula | Jornalista bolsista do CPTEn<br>Fotos: Antônio Scarpinetti | SEC Unicamp<br>Edição de Imagens: Alex Calixto | SEC Unicamp<br>Texto publicado no <a href="https://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2023/05/08/chegar-2050-com-reducoes-significativas-nas-emissoes-de-carbono-projeta" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Jornal da Unicamp</a></p><p>The post <a href="https://cpten.unicamp.br/chegar-a-2050-com-reducoes-significativas-nas-emissoes-de-carbono-projeta-pesquisador-da-unicamp/" data-wpel-link="internal">‘Chegar a 2050 com reduções significativas nas emissões de carbono’, projeta pesquisador da Unicamp </a> first appeared on <a href="https://cpten.unicamp.br" data-wpel-link="internal">CPTEn</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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